PROGRAMAÇÃO OUT/NOV/DEZ/2021

PROGRAMAÇÃO OUT/NOV/DEZ/2021

Dos grandes nomes da música aos grandes projectos regionais 
 

Folhear a agenda online: https://issuu.com/teatrodevilareal/docs/tvr-out-nov-dez-2021/1?ff=true

Depois de dois meses em que os recitais e a dança foram os pontos fortes da programação, o Teatro Municipal de Vila Real dá no último trimestre de 2021 uma ênfase especial à música, de diversos géneros.

A primeira grande menção vai para o cantor Gilberto Gil que inicia em Vila Real a parte portuguesa da sua digressão europeia. O músico brasileiro — que teve um papel fundamental na modernização constante da Música Popular Brasileira, com uma carreira de mais de 50 anos, 70 álbuns editados e nove prémios Grammy — conta neste concerto com a participação especial de Adriana Calcanhotto.

Mas pelos dois auditórios desta casa passam também nos próximos meses nomes como António Zambujo, Cuca Roseta, Janeiro (com Carolina Deslandes), Elisa Rodrigues, o pianista Luís Figueiredo, a orquestra de tango argentino La Ideal e um ensemble da Banda Sinfónica Transmontana. Referência particular para duas estreias nesta área, ambas de iniciativa regional mas alcance universal: “A Viola Amarantina”, um projecto de originais para aquele instrumento do vila-realense Rui Fernandes, e “Mátria”, uma ópera produzida na região do Douro com libreto de Eduarda Freitas (a partir de Miguel Torga) e música do compositor Fernando Lapa.

Paralelamente, o trimestre acolhe nove produções teatrais, para vários públicos, de companhias como a ESTE – Estação Teatral, Teatro do Bolhão, Umcolectivo e a espanhola Mireia Miracle, além de novas criações ou recriações das três companhias residentes em Vila Real, Peripécia, Urze e Filandorra. Uma referência ainda para um novo projecto, também originário de Vila Real, com as actrizes Joana Ferrajão e Mara Correia, encenadas por Ángel Frágua, e para “Nem o Tempo Nem a Distância”, o culminar de um projecto promovido pela blablaLab intergalactic – Associação Cultural e a Fundação da Casa de Mateus, com co-produção do Teatro de Vila Real.

Nos próximos meses há também cinema, com as habituais sessões do Shortcutz Vila Real, além de três longas-metragens e da ante-estreia em versão prévia de “O Operário Amador”, um documentário produzido pela Peripécia «sobre certa origem do Teatro: um grupo de operários têxteis que decide, nos anos 70, formar uma companhia de teatro».

 

 
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